diga auguma duvida sua que podemos responder ..Por Exemplo;'como faço para melhorar minha alimentação'?

sábado, 29 de janeiro de 2011

Hoje Vamos Falar Sobre a 'Diabetes' ;

Diabetes mellitus
é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue.[1] A glicose é a principal fonte de energia do organismo porém quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde.
Quando não tratada adequadamente, causa doenças tais como infarto do coração, derrame cerebral, insuficiência renal, problemas visuais e lesões de difícil cicatrização, dentre outras complicações.
Embora ainda não haja uma cura definitiva para a/o diabetes (a palavra tanto pode ser feminina como masculina), há vários tratamentos disponíveis que, quando seguidos de forma regular, proporcionam saúde e qualidade de vida para o paciente portador.
Atualmente, a Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 240 milhões de pessoas sejam diabéticas em todo o mundo, o que significa que 6% da população tem diabetes.
Segundo uma projeção internacional, a população de doentes diabéticos a nível mundial vai aumentar até 2025 em mais de 50%, para 380 milhões de pessoas a sofrerem desta doença crônica.[2]

Causas e Fisiopatologia

Existem dois mecanismos fundamentais:[1]
  • Falta de insulina. Nestes casos, o pâncreas não produz insulina ou a produz em quantidades muito baixas. Com a falta de insulina, a glicose não entra nas células, permanecendo na circulação sanguínea em grandes quantidades. Para esta situação, os médicos chamaram esse tipo de Diabetes de Diabetes Mellitus tipo 1 (DM tipo 1).A diabetes mellitus do tipo I é também caracterizada pela produção de anticorpos à insulina (doença auto-imune). É muito recorrente em pessoas jovens, e apresenta sintomatologia definida, onde os enfermos perdem peso.
  • Mau funcionamento ou diminuição dos receptores das células beta.Estas são responsáveis pela produção de insulina cuja atuação nas células se dá pelo transporte de glicose para dentro desta . Nestes casos, a produção de insulina pode estar ou não normal. Mas como os receptores (portas) não estão funcionando direito ou estão em pequenas quantidades, a insulina não consegue promover a entrada de glicose necessária para dentro das células, aumentando também as concentrações da glicose na corrente sanguínea. A esse fenômeno, os cientistas chamaram de "resistência à insulina". Para esse segundo tipo de Diabetes, os médicos deram o nome de Diabetes Mellitus tipo 2 (DM tipo 2).

    Genética

    Ambos os tipos 1 e 2 podem ser herdáveis, mas a diabetes tipo 1 (Diabetes Mellitus tipo 1) é mais caracterizada pela herança genética, atingindo de 5-10% de todos os casos de diabetes (o que é uma boa notícia[necessário esclarecer] tendo em vista a sua menor complexidade de tratamento), sendo a disfunção do pâncreas na produção de insulina a sua causa principal. É desencadeada muito cedo, atingindo a faixa etária dos jovens, justamente pelo fator genético (apesar de isto não ser uma regra, por exemplo, existem genes que demoram anos para serem expressos, outros que nunca o serão; o estilo de vida está lado a lado com a expressão gênica).
    A diabetes tipo 2 (Diabetes Mellitus tipo 2), entretanto, é desencadeada normalmente por hábitos não saudáveis, sendo a chance de adquiri-la maior com o avanço da idade (tendo como causa principal a auto-imunidade das células à insulina, tornando o tratamento difícil), não sendo característica da herdabilidade. Acomete principalmente os obesos, hipertensos e dislipidêmicos (que compreendem de 90-95% de todos os casos).[5]

    Diagnóstico

    A diabetes mellitus é caracterizada pela hiperglicemia recorrente ou persistente, e é diagnosticada ao se demonstrar qualquer um dos itens seguintes:[1]
    • Nível plasmático de glicose em jejum maior ou igual a 126 mg/dL (7,0 mmol/l)em duas ocasiões.
    • Nível plasmático de glicose maior ou igual a 200 mg/dL ou 11,1 mmol/l duas horas após uma dose de 75g de glicose oral como em um teste de tolerância à glicose em duas ocasiões.
    • Nível plasmático de glicose aleatória em ou acima de 200 mg/dL ou 11,1 mmol/l associados a sinais e sintomas típicos de diabetes.
    O Diabetes Melito Gestacional possui critérios de diagnóstico diferentes.

    Já não se deve usar o termo Diabetes Não Insulino-dependente, mas sim Diabetes Tardio, tem mecanismo fisiopatológico complexo e não completamente elucidado. Parece haver uma diminuição na resposta dos receptores de glicose presentes no tecido periférico à insulina, levando ao fenômeno de resistência à insulina. As células beta do pâncreas aumentam a produção de insulina e, ao longo dos anos, a resistência à insulina acaba por levar as células beta à exaustão.
    Desenvolve-se frequentemente em etapas adultas da vida e é muito frequente a associação com a obesidade e idosos; anteriormente denominada diabetes do adulto, diabetes relacionada com a obesidade, diabetes não insulino-dependente. Vários fármacos e outras causas podem, contudo, causar este tipo de diabetes. É muito frequente a diabetes tipo 2 associada ao uso prolongado de corticoides, frequentemente associada à hemocromatose não tratada.

    Sinais e sintomas

    A tríade clássica dos sintomas da diabetes:[1]
    Pode ocorrer perda de peso. Estes sintomas podem se desenvolver bastante rapidamente no tipo 1, particularmente em crianças (semanas ou meses) ou pode ser sutil ou completamente ausente — assim como pode se desenvolver muito mais lentamente — no tipo 2. No tipo 1 pode haver também perda de peso (apesar da fome aumentada ou normal) e fadiga. Estes sintomas podem também se manifestar na diabetes tipo 2 em pacientes cuja diabetes é mal controlada.

  •     (fonte da revista 'veja' edição de 1991,augumas partes acrescentadas)






sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Como Se Alimentar Bem;

                                                                                  
Segundo nutricionistas ouvidos pelo Jornal da Tarde, seguir à risca aqueles cardápios super restritivos, que impõem grãos integrais, grelhados, verduras e banem doces e frituras, só é necessário para atletas, pessoas com alguma doença que exija uma dieta rigorosa ou que precisem perder muito peso. A nutricionista Andrea Andrade explica que a boa alimentação deve ser variada e incluir todos os tipos de alimentos: os energéticos, os construtores e os reguladores.

Os energéticos são os alimentos a base de carboidratos (pão, arroz ou massas, de preferência integrais, ricos em fibras, que facilitam a digestão e reduzem a absorção de gorduras e açúcares); os construtores são as carnes, leite e derivados, ricos em proteínas e ajudam na construção dos tecidos; e os reguladores são as vitaminas, ácidos graxos e sais minerais, que ajudam no bom funcionamento do organismo e previnem doenças. E é esse terceiro grupo que as pessoas negligenciam.

Carne é bom e praticamente todo mundo come. O mesmo vale para um pão, um biscoito um chocolate. Mas quem é que faz questão de se empanturrar de beterraba, rúcula, espinafre ou tomate? Segundo a nutricionista Solange Saavedra, o brasileiro das grandes capitais é obrigado a comer na rua e são poucos os que consomem todos os nutrientes necessários - mesmo num restaurante a quilo, onde a variedade de carnes e saladas é grande.

Ela explica o erro: a pessoa entra na fila e vai se servindo com o que lhe apetece. O resultado é um prato cheio e desequilibrado. Por exemplo: em vez de uma porção de carboidrato,se serve de quatro: arroz, batata frita, polenta e macarrão. "Geralmente deixam a salada de fora." O correto, diz Solange, é ver todas as opções e fazer as escolhas antes de se servir.

Consumindo porções regulares de frutas, verduras, legumes, fazer refeições e lanches a cada três horas, além de beber pelo menos dois litros de água garantem uma alimentação saudável, diz Andrea. Cumprindo o mínimo, é possível comer doces, frituras e alimentos gordurosos. Sem exagero. E sem culpa ..
   Como Por Exemplo  o Café da Manhã: